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25.7.03

Os últimos selos (1940-1941) 

A «nacionalização» das colónias a que o Estado Novo procedeu no início da década de 40 (e a que regressaremos num outro post) cerceou definitivamente os interesses e as atribuições de soberania das companhias majestáticas. Pelo Decreto-lei n.º 31896/42 (publicado no Boletim Oficial de Moçambique n.º 15/1942) a administração dos territórios até então cometidos à Companhia de Moçambique regressou à administração soberana do Estado português. A última franquia postal em circulação nos territórios da Companhia de Moçambique foi este espécimen de 1940, comemorativo do 3.º Centenário da Restauração de Portugal. Sobre um desenho de Alberto de Sousa a Companhia de Moçambique mandou imprimir a talha doce na Waterlow & Sons, de Londres, os valores de 40 centavos (verde escuro e preto), 50 c. (violeta e verde), 60 c. (carmim e azul), 70 c. (sépia e verde cinza), 80 c. (carmim e verde cinza) e 1 escudo (azul e preto).
No ano seguinte, 1941, a Companhia de Moçambique ainda mandaria imprimir, na forma de Imposto Postal para a Assistência Pública, um selo no valor de 2 centavos.

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