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9.7.03

(Parêntesis) 
O Abrupto e o Aviz referiram-se amavelmente a este blog, o que agradeço. A leitura assídua de ambos e de mais uns quantos outros blogs (Estudos sobre o Comunismo e Guerra Civil Espanhola, sobretudo) motivou-me para a construção do «Companhia de Moçambique». Como escreve o meu amigo Francisco é apenas work in progress, nada mais do que isso, e, como refere Pacheco Pereira não falando «sempre das mesmas coisas» o «Companhia de Moçambique» sente-se um bocado em contracorrente, fora do main stream da blogosfera portuguesa. Não, não é pretensiosismo. É apenas uma imposição ditada por um campo muito limitado de interesses, um arrumar de ideias, quase que uma autodisciplina. Em Portugal tem-se falado muito de colonialismo mas a investigação sobre o tema é praticamente inexistente. Acontece até este facto verdadeiramente incompreensível de nos últimos 5 anos terem surgido nos meios académicos uns quantos seminários sobre o fenómeno post-colonial sem que, pelo menos no último quarto de século, se tivesse desenvolvido qualquer pesquisa sistematizada sobre o fenómeno colonial. O «Companhia de Moçambique» é um espaço de reflexão que não tem a pretensão de suprir essa lacuna. Procura, não mais do que isso, levantar pistas, alinhar factos e curiosidades, estabelecer conexões. E, evidentemente, é um espaço aberto. A quem queira participar, construindo, aí está o email: bahia.formosa@gmail.com.

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